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Central do Delivery e i2 Mobile Solutions fazem parceria para criar o maior serviço de food delivery mobile do Norte e Nordeste

24 de abril, 2012

 
As empresas pernambucanas Central do Delivery e a i2 Mobile Solutions selam parceria para criar o maior serviço de food delivery mobile das regiões Norte e Nordeste. Agora os clientes da Central do Delivery, presente em 08 capitais brasileiras e com uma rede de mais de 100 restaurantes, poderão fazer seus pedidos através da plataforma móvel, como smartphones e tablets. O pagamento poderá ser feito em dinheiro ou com cartão de crédito.

A versão mobile da Central do Delivery será criada com a plataforma de mobile commerce Pocketstore, desenvolvida pela i2, empresa pernambucana que tem entre seus clientes a Microsoft, iG e Sistema Jornal do Commercio de Comunicação.

Além do tradicional serviço de food delivery, o aplicativo oferecerá o método de “Pick Up”, conceito inédito na plataforma móvel no Brasil, onde os clientes poderão escolher e pagar pelo celular ou tablet e em seguida pegar o pedido no próprio restaurante ou estabelecimento, eliminando a necessidade de filas e facilitando a vida dos habitantes de grandes cidades.

Restaurantes com maior volume de vendas poderão optar por ter o próprio aplicativo personalizado para atender seus clientes, suportados pelas tecnologias da Central do Delivery e Pocketstore, da i2.

O lançamento está previsto para o mês de Maio, inicialmente com a publicação dos aplicativos nas plataformas iOS e Android.

Clique aqui para conhecer mais sobre a Pocketstore, plataforma de mobile commerce da i2 Mobile Solutions.

by admin   //   Android, Apple, Blog, i2, iPhone

Desafio de Programação para iOS e Android premiará ganhadores com estágio

16 de abril, 2012

A i2 Mobile Solutions lança um desafio aos estudantes de Ciência da Computação e afins que estão em busca de estágio!

A empresa selecionará novos estagiários para trabalhar com iOS e Android através de um concurso cultural em forma de desafio de programação:

Desafio “#hackthelottery”

Objetivo

Criar um aplicativo iOS ou Android, para tablet ou smartphone, com as seguintes funcionalidades:

  • Informar ao usuário os números do resultado do sorteio mais recente da Mega-Sena*
  • Permitir que o usuário informe e salve a combinação de números de um jogo ou bilhete de Mega-Sena.
  • Informar ao usuário a quantidade de acertos do seu bilhete e os respectivos números acertados.

* Dica: O app deve extrair automaticamente o resultado da página no site da Caixa ou de terceiros com dados confiáveis.

Requisito Desejável (Não obrigatório)

  • Permitir que o usuário salve a combinação de números do seu jogo e o aplicativo alerte caso os números sejam sorteados nos próximos sorteios da Mega-Sena.

Não existe regra sobre de que forma os dados precisam ser inseridos ou verificados. O usuário deve digitar utilizando o teclado virtual? Usar a câmera? Reconhecimento de Imagens? Reconhecimento de voz? Realidade aumentada? Geolocalização? Teleporte? Telecinese? Você escolhe.

As soluções mais simples e criativas serão também as mais valorizadas!

Premiação

Os melhores do desafio conquistarão o direito de estagiar na i2 Mobile Solutions.

Critérios de Avaliação

Os principais critérios para avaliação serão:

  1. Criatividade
  2. Simplicidade e eficiência do código
  3. Usabilidade e facilidade de uso

OBS: O layout do aplicativo não será levado em consideração na análise, apenas a usabilidade, portanto invista tempo planejando e executando a melhor experiência possível para o usuário e não se preocupe com o design visual ou aparência das telas.

Prazos

  • 20 de Abril: Prazo final para envio dos arquivos. Os arquivos poderão ser enviados até a meia-noite.
  • 25 de Abril: Divulgação dos vencedores e automaticamente selecionados como novos estagiários da i2.

Quem pode participar?

Para participar do desafio, o participante precisa atender os seguintes requisitos:

  • Ser aluno (graduando) regularmente matriculado e cursando Ciência da Computação ou afins,
  • Ter disponibilidade para 04 a 06 horas diárias para estagiar na i2 Mobile Solutions, localizada no Bairro de Boa Viagem, em Recife-PE.

Como participar?

Envie o código-fonte do aplicativo em um arquivo .ZIP com seu nome (Ex: “Felipe_Silva.zip”) para o e-mail:

jobs@i2mobile.com.br

 

F.A.Q.

Perguntas que você nem chegou a pensar em fazer, mas mesmo assim nós já respondemos!

1. A i2 poderá utilizar meu código-fonte para outra coisa?

Definitivamente sim, caso identifiquemos uma oportunidade de ganhar muito dinheiro juntos, dessa forma você fica rico com a gente.

2. Se alguém utilizar meu código-fonte e verificar que ganhou na Mega-Sena?

Aí quem utilizou fica rico sozinho, a menos que seu aplicativo também informe a geolocalização do usuário e a gente possa ir lá cobrar a nossa parte.

3. Eu nunca estagiei e nem tenho experiência prévia. Eu posso participar mesmo assim?

Pode, meu filho. Relaxe! Se souber programar em iOS ou Android e cumprir o desafio, tá valendo.

4. O aplicativo pode ser feito para iPhone?

Pode.

5. E para Android?

Pode também.

6. E para iPad?

Pode, pode.

7. E para tablet Android?

Pode, pode, pode, pode….

8. Se ao invés do código para o desafio, eu mandar uma coisa mais legal ainda que eu sou capaz de fazer para iOS ou Android, posso participar?

Pode. Se ficar provado que seu código é original, ou seja, que você é o autor da maluquice, também tá valendo. Só não mande se for vírus! Brincadeira, se você mesmo fizer o vírus* e ele for legal, também tá valendo!

* OBS 1: Vírus serão avaliados pelo seu potencial de destruição e ameaça à existência da raça humana em uma escala crescente de 1 a 10.

Ex: Se o seu vírus conseguir colocar fogo no aparelho ou fazer ele explodir, isso é 10. Se ele só fizer ligações, mandar e-mail ou SMS sem o conhecimento do usuário, isso é 1.

* OBS 2: Só para garantir, vamos testar os aplicativos enviados nos aparelhos dos estagiários atuais da empresa.

9. Em relação ao item “OBS 2″ da pergunta anterior, caso eu seja selecionado como estagiário e depois houver um novo desafio na empresa para recrutar novos estagiários, os aplicativos enviados pelos candidatos serão testados no meu aparelho?

Sim! Consideramos isso uma medida importante para o seu amadurecimento profissional e, lógico, para a segurança dos nossos próprios aparelhos.

10. Posso mandar o arquivo em outro formato sem ser .ZIP?

Pode, mas vai ser “café com leite”, porque não confiamos em pessoas que não utilizam .ZIP para compactar seus arquivos.

11. Quanto ganha um estagiário na i2?

Menos do que o prêmio da Mega-Sena.

12. Fala sério! Eu só vou participar se souber quanto. Quando eu fico sabendo?

Na hora que você quiser, desde que você ganhe o desafio.

by admin   //   Blog, i2, Jobs

Novidades no site da i2: Novos Produtos, Serviços e Itens do Portfólio

2 de abril, 2012

Estamos em ritmo acelerado em 2012, contribuindo com diversos clientes no planejamento e desenvolvimento de estratégias e aplicativos para a plataforma móvel.

Além disso, estamos investindo no desenvolvimento de novos produtos mobile com foco em resultados.

Para acompanhar a evolução e velocidade dessas mudanças, nós atualizamos nosso site com mais informações sobre nossos últimos projetos, novos produtos e serviços.

Nova página de serviços

Incluimos novos serviços especializados para nos adequar aos desafios enfrentados por nossos clientes na plataforma móvel.

Agora nossos serviços estão divididos entre Essenciais e Especiais, de acordo com o grau de amadurecimento do projeto e cliente.

Visite nossa nova página de Serviços!

Novos itens adicionados ao portfólio

Adicionamos informações sobre diversos trabalhos concluídos entre 2011 e 2012, com destaque para aplicativos promocionais para tablets, iPad e Android.

Entre os destaques estão o aplicativo Solta o Grito Coca-Cola e Rota Litoral Pernambuco.

Visite a página de Portfolio atualizado!

Nova página de produtos

Lançamos novos produtos para acelerar o resultado de nossos clientes na plataforma móvel. São os primeiros de uma série de produtos a serem lançados pela i2 em 2012.

Entre os novos produtos estão:

Visite nossa nova página de Produtos!

Em breve falaremos mais sobre cada um dos produtos aqui no blog.

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Matéria do Jornal do Commercio sobre o evento Digitalks destaca palestra sobre estratégia móvel

21 de março, 2012

A edição de hoje do Jornal do Commercio trouxe matéria sobre palestra de estratégia mobile ministrada pelos sócios da i2, Felipe Andrade e Luciano Ayres, durante o evento Digitalks.

Abaixo segue a matéria na íntegra:

Marketing digital se faz com estratégia

“A tecnologia por si só não é suficiente”. Esse foi um dos pontos defendidos pelo empresário Luciano Ayres, diretor de negócios da i2 Mobile Solutions, em sua palestra no Fórum de Marketing Digital, promovido pelo Digitalks em Boa Viagem, na última quarta-feira.

Com o tema Estratégia mobile: as sete regras que as empresas não podem ignorar, Luciano defendeu que a primeira regra ao estabelecer uma estratégia de uso de tecnologias móveis é definir claramente seus objetivos.

O cofundador da i2, especializada no desenvolvimento de aplicativos, jogos, sites e sistemas para smartphones e tablets, acredita que ocorre hoje uma espécie de hipocondria tecnológica. “Muitos clientes chegam com ideias preconcebidas, como ‘ah, eu preciso de um app para iPhone’, sem antes identificar aonde querem chegar com isso”, relatou. Por isso, ele acredita que é fundamental saber lidar com pessoas.

Entender o público também é importante para o cofundador da empresa de monitoramento de mídias sociais Scup, Diego Monteiro. Com o tema Monitoramento de mídias sociais para impactar nas vendas, Diego ressaltou a necessidade de as empresas interagirem com o público nas redes sociais. “Não basta ter muitos seguidores ou fãs. O boca a boca promovido por essas mídias ajuda muito nas vendas e, para aproveitar isso, é preciso um trabalho constante de monitoramento e resposta”, afirmou.

No entanto, ele ressaltou que é preciso ficar atento ao limite entre interação e invasão: “O mundo digital é muito dinâmico. O público muda muito e uma ação de sucesso hoje pode não funcionar amanhã”.”

Fonte: Jornal do Commercio e JC Online
Caderno de Tecnologia
21 de Março de 2012

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Revista ISTOÉ cita i2 Mobile Solutions entre as principais empresas de aplicativos do país

12 de março, 2012

A edição deste mês da Revista ISTOÉ traz matéria traçando o perfil das principais empresas de aplicativos do país e cita a i2 Mobile Solutions como um dos casos de sucesso no mercado brasileiro.

Abaixo segue o texto da matéria na íntegra:

Os milionários dos aplicativos

Munidos de criatividade e espírito empreendedor, jovens brasileiros têm enriquecido na incipiente indústria de programas para smartphones e tablets

A ideia é tão simples que parece tola. Em uma tela de iPhone, formigas de variados tamanhos cruzam o celular freneticamente e tudo o que o jogador precisa fazer é esmagar os insetos com a ponta do dedo. Viciante, o aplicativo Ant Smasher foi baixado por 30 milhões de pessoas de diversos países – e fez de seu criador um milionário. Desenvolvido há menos de dois anos pelo paulista Guilherme Schvartsman, o passatempo não custa um centavo sequer para ser baixado pelos usuários. O lucro vem da publicidade estampada na tela do jogo. Sozinho, o Ant Smasher rende US$ 3 milhões por ano, mas isso é pouco perto do que pode vir adiante. Dono da Best Cool & Fun Games, empresa que tem no portfólio uma centena de aplicativos, Schvartsman recusou no ano passado uma oferta feita por uma gigante internacional interessada em comprar sua companhia. O valor da proposta: US$ 50 milhões. “Não aceitei porque o potencial de crescimento da Best Cool é muito grande”, diz o empresário. Aos 24 anos, Schvartsman é o retrato preciso da nova geração de empreendedores ligados à tecnologia mobile que faz dinheiro a uma velocidade impressionante. Em abril de 2010, deixou o estágio em um banco e desembolsou R$ 5 mil para abrir a Best Cool. Hoje, é impossível dimensionar o real valor de seu negócio, mas os US$ 50 milhões que ele não quis dão uma pista da fortuna que está em jogo.

Para criar a Best Cool, Schvartsman se inspirou na história dos irmãos croatas Igor e Marko Pusenjak, inventores do Doodle Jump, aplicativo em que se deve levar a criatura pulante Doodle até uma plataforma, mas sem deixá-la cair. Em um ano, foram vendidos 3,5 milhões de cópias do jogo na App Store (loja virtual da Apple), o que fez dos croatas os primeiros milionários dessa indústria. Também ficou famoso o caso do americano Adam Cahan, desenvolvedor do aplicativo IntoNow, uma espécie de rede social que compartilha, em tempo real, os programas de tevê vistos pelos usuários. Cahan vendeu seu negócio ao Yahoo por US$ 30 milhões – e isso apenas três meses após a sua criação, o que dá algo como US$ 33 mil por dia trabalhado. Engenheiro de produção formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Schvartsman adotou na Best Cool o estilo consagrado por empresas como Google e Facebook, que viraram o mundo corporativo do avesso. Seu escritório, em um prédio no centro de São Paulo, é simples e despojado. Os 20 funcionários fogem dos padrões adotados nas empresas convencionais. A começar pelo dono, que nem sequer tem secretária e costuma dar expediente de bermuda, camiseta e chinelo de dedo. Para estimular sua equipe, Schvartsman criou um programa de remuneração participativa. “Em cada projeto trabalham de 3 a 4 pessoas e elas recebem de acordo com o retorno financeiro do aplicativo”, diz. Ou seja: se um “app” (como os aplicativos são chamados nesse mercado) faz sucesso, todo mundo ganha e não apenas o dono da empresa. ]

A indústria de aplicativos é resultado da mente criativa de um único homem: Steve Jobs, que em 2008 teve a ideia de lançar uma loja virtual para vender programas específicos para rodar no iPhone. Desde então, o setor contribuiu para a criação de cerca de 500 mil empregos nos Estados Unidos e se consolidou como um negócio que, apenas em 2011, faturou US$ 20 bilhões no país. Existem hoje mais de 550 mil “apps” disponíveis na App Store e 450 mil no Android Market (loja virtual do sistema operacional Android, que pertence ao Google), e o número de downloads ultrapassa 1 bilhão por mês em cada uma delas. No Brasil, não existem dados disponíveis a respeito do dinheiro gerado por esse novo segmento, mas alguns indicadores demonstram a sua força. Em 2011, as vendas de smartphones cresceram 179% por aqui. Detalhe: a maioria dos usuários desses aparelhos é consumidora voraz de aplicativos.

A vocação dessa indústria é global. Fundada por três amigos durante uma reunião no saguão do Aeroporto de Congonhas, a brasileira Mowa comemorou em fevereiro a conquista de seu primeiro cliente na Arábia Saudita. “Criamos uma plataforma que permite a qualquer pessoa construir o seu próprio aplicativo gratuitamente”, diz Guilherme Santa Rosa, 31 anos, sócio da empresa. O usuário árabe é um blogueiro de carros que decidiu levar sua página para mais usuários e o jeito encontrado foi desenvolver um aplicativo com a ajuda da Mowa. A empresa estima faturar R$ 17 milhões em 2012 – um expressivo salto de 50% sobre 2011. Atualmente, conta com 37 funcionários baseados em dois escritórios: um em São Paulo, que atende, entre outros clientes, a butique de luxo Daslu, e outro no Rio, onde fica uma unidade concentrada em esportes que cuida da inserção mobile da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Até agora, 5 mil aplicativos surgiram graças à nova plataforma, mas a empresa espera atingir a impressionante marca de 100 mil até o fim do ano. Como a Mowa, a i2 Mobile foca seu negócio no mercado corporativo. A empresa, que nasceu em 2006 como incubada do Instituto de Tecnologia de Pernambuco, produz aplicativos para gigantes como Nestlé, Tim e Nívea. Sediada em Recife, ela é um exemplo das novas fronteiras econômicas abertas no Brasil. “Temos recebido vários currículos de estrangeiros”, diz Luciano Ayres, 31 anos, fundador e diretor de negócios da i2 Mobile. “São italianos, ingleses, americanos que querem se mudar para cá.”

Embora recente, o mercado de aplicativos passa por um dinamismo semelhante ao observado em setores tradicionais. Hoje, fusões e aquisições são cada vez mais comuns no segmento mobile. O grupo .Mobi surgiu após a aquisição de cinco pequenas empresas (Aorta, FingerTips, Hands, MonsterJuice e Instituto Mobile) e, assim, se tornou o principal conglomerado de marketing e publicidade móvel da América Latina. “Como esse é um mercado em formação, é difícil encontrar profissionais qualificados”, diz João Carvalho, 29 anos, sócio e diretor de negócios da .Mobi. “As empresas que mais se destacavam ficavam em nosso radar até que partimos para as compras.” Carvalho afirma que todas as companhias adquiridas cresceram em faturamento e em número de projetos colocados no mercado. Segundo ISTOÉ apurou, as vendas da .Mobi ficaram em R$ 30 milhões em 2011, alta de 80% sobre 2010. Há um ano, a empresa tinha 50 funcionários. Hoje, são 240 estabelecidos em cinco escritórios no Brasil (São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Recife e Rio de Janeiro) e um em Londres, aberto em fevereiro do ano passado. “Independentemente do percentual da população com smartphones, o número absoluto do mercado brasileiro é muito expressivo”, diz Michel Lent, vice-presidente de estratégia da .Mobi. Segundo dados divulgados na semana passada pelo instituto IDC, há 10 milhões de smartphones em operação no Brasil, mais do que a população inteira de muitos países da Europa. A continuar nesse ritmo de crescimento, os smartphones vão ultrapassar, em breve, o total de computadores existentes no mercado brasileiro. Por si só, isso explica por que essa turma vem ganhando um dinheiro pesado – e deve faturar muito mais no futuro próximo.

Claro, existem dificuldades no caminho. Como consequência do baixo investimento inicial e da facilidade de entrada, consolidar uma liderança é tarefa praticamente impossível. O próximo gigante da indústria pode estar nascendo agora no computador de um desenvolvedor independente. O comportamento do consumidor mobile também é diferente do cliente que acessa a internet por um dispositivo fixo. Os usuários de smartphones são ainda mais imediatos. No Dia dos Namorados americano, comemorado em 14 de fevereiro, 60% das buscas por flores no Google vieram de sua versão móvel. “São milhões de pessoas procurando presente no último minuto e que usam o GPS do celular para encontrar a loja mais próxima”, diz Peter Fernandez, diretor de publicidade móvel do Google para a América Latina. A geolocalização é uma mudança sensível em relação ao usuário do computador. Por mais que o endereço do IP indique que o internauta está no Rio de Janeiro, por exemplo, o celular diz em que rua ele está e em qual direção segue. Essa informação em tempo real é preciosa para os anunciantes.

Com vista nesse mercado, o Google adquiriu, em 2009, a rede de publicidade móvel AdMob por US$ 750 milhões. Fernandez era então um dos fundadores da empresa. Hoje, afirma que seu papel é ajudar os desenvolvedores a ganhar dinheiro. “Eles querem focar em criar novos aplicativos e não em vender anúncios”, diz. A AdMob comercializa espaços em mais de 100 mil aplicativos e atende clientes como Ford, Coca-Cola e P&G. Em janeiro, a rede atingiu 1,6 bilhão de acessos, um avanço de 186% sobre o ano passado. A cada receita gerada por anúncio, 40% ficam com a AdMob. O potencial é tamanho que, no mês passado, Google e Apple reduziram os preços de suas ofertas de publicidade móvel em resposta às investidas do Facebook e do LinkedIn nessa área.

O fortalecimento do mercado brasileiro estimulou o surgimento de encontros como o The App Date, realizado no fim de fevereiro, em São Paulo. “Queremos formar uma rede de desenvolvedores em várias cidades do Brasil”, diz Pedro Berti, organizador do evento. O local em que foi promovido o The App Date é também sede da MobiHouse, empresa criada em 2011 pelo paulista Noel Rocha, de 26 anos. Somados, os downloads dos três aplicativos desenvolvidos por Rocha já estão em mais de três milhões de dispositivos. O sucesso do Portabilidade Fácil, que informa a qual operadora pertence cada número de telefone, fez com que redes de restaurantes, academias e até a montadora Audi procurassem o empreendedor para que ele desenvolvesse aplicativos para suas empresas. Como resultado, no último trimestre, a MobiHouse cresceu 130% e espera chegar a seu primeiro R$ 1 milhão no fim de 2012. “Atualmente nosso faturamento vem 100% de serviços mobile para nossos clientes, ou seja, aplicativos feitos sob demanda ou licenciados para empresas”, afirma Rocha. “Mas a ideia agora é ganhar dinheiro também com produtos. Afinal, a gente gosta de criar e não de ficar negociando.”

Fonte: Revista IstoÉ

Edição 2209 de 09 de Março de 2012

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20% Off na Inscrição para o Digitalks Recife 2012

7 de março, 2012

Você vai para o Digitalks Recife 2012? Que tal 20% de desconto na inscrição?

Você vai poder acompanhar as palestras das feras do marketing digital de todo o Brasil durante o evento no próximo dia 14 de Março, no Mar Hotel, em Boa Viagem.

Clique aqui para realizar sua inscrição com 20% de desconto! Agora corra porque as vagas são limitadas!

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Felipe Andrade e Luciano Ayres, sócios da i2, palestram sobre estratégia mobile no Digitalks Recife 2012

2 de março, 2012

Felipe Andrade e Luciano Ayres, sócios fundadores da i2, estão com palestra agendada para o evento Digitalks Fórum de Marketing Digital 2012, que acontecerá em Recife, no próximo dia 14 de Março.

Com o tema “Estratégia Mobile: As 07 regras que as empresas não podem ignorar”, Felipe e Luciano irão falar sobre as possibilidades, limitações e melhores práticas para formular e desenvolver uma estratégia de negócios para dispositivos móveis, como smartphones e tablets.

Para saber mais detalhes sobre a programação geral do evento, basta clicar neste link. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas online.

Evento: Digitalks Fórum de Marketing Digital Recife 2012

Data: 14/03/2012

Hora: 08 às 18h

Local: Mar Hotel, Boa Viagem

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05 motivos para se arrepender por não ter vindo à Campus Party 2012

11 de fevereiro, 2012


1. Mesas redondas

Independente da qualidade das palestras e palestrantes individuais, os eventos e debates mais interessantes aqui na Campus Party foram as mesas redondas.

O principal motivo é que tais mesas redondadas eram formadas por pessoas com diferentes backgrounds profissionais relacionados ao tema.

Por exemplo, no palco de Empreendedorismo, as mesas redondas eram formadas geralmente por investidores, empresários, jornalistas especializados, representantes do governo e headhunters.

Os debates permitiram que os participantes da platéia refletissem sobre diversos pontos de vista para poder tirar suas próprias conclusões, ao invés de simplesmente acreditar em “verdades absolutas”.

Outra vantagem das mesas redondas foi o network, ou seja, ao final de cada mesa redonda a platéia tinha acesso direto a todos os convidados do debate. Ao que parece, o resultado para esse sucesso foi a ideia da organização em eleger um “curador” (responsável) para selecionar os convidados por segmento.

Os curadores também exerciam o papel de mediadores em cada mesa redonda, incentivando a participação da platéia através de perguntas.

2. Mobilidade

Não, não estou falando de aplicativos, nem de tablets ou smartphones. A mobilidade que me refiro é relacionada à disposição dos palcos das palestras no salão principal do Anhembi. Imagine uma espécie de hangar imenso, sem paredes, e com as palestras com diferentes temas acontecendo simultaneamente em palcos distribuídos nesse espaço.

Praticamente nem foi necessário ficar olhando para a agenda de palestras, uma vez que em apenas uma volta de 05 minutos andando pela arena (espaço reservado para os participantes) era possível passar e ver o que estava acontecendo em cada palco.

3. Expo

Uma feira com patrocinadores e empresas de tecnologia aconteceu simultaneamente ao evento, com várias ações, promoções e brindes para os participantes. O melhor era que o acesso era público e gratuito.

4. Stand da Intel

A Intel montou um mega stand, com computadores à vontade para as pessoas jogarem e ainda incluindo um super telão com arquibancada para receber a torcida da etapa do mundial de games que rolou durante o evento. As partidas contavam até com narradores, transmissão ao vivo pela internet e cada vitória era comemorada como um gol.

5. Oficinas

Da mesma forma que as mesas redondas, as oficinas eram uma experiência diferente e mais rica para os participantes. Diferentemente das palestras, nas oficinas os próprios participantes metiam a mão na massa para criar algo relacionado ao tema, como robótica, software livre, arte digital e negócios.

Sobre o Autor

Luciano Ayres é co-fundador da i2 Mobile Solutions e está participando da Campus Party 2012 à convite da Nokia Brasil.

i2 na Campus Party 2012 em São Paulo

6 de fevereiro, 2012

A i2 estará presente na Campus Party 2012, o maior evento de tecnologia, mídias digitais e inovação da América Latina.

O evento acontecerá entre os dias 06 e 12 de Fevereiro no Parque Anhembi, em São Paulo, e deve contar com 7.500 participantes e atrair mais de 200 mil visitantes.

Nossa empresa também participará de diversas atividades e concursos relacionados à mobilidade, que é um dos principais temas da Campus Party neste ano.

Ao longo da semana faremos uma cobertura dos principais acontecimentos do evento através aqui do blog e do nosso Twitter (@i2mobilebr).

A participação da i2 na Campus Party 2012 é uma cortesia da Nokia Brasil.

by admin   //   Blog, Campus Party, i2

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